sábado, 5 de agosto de 2017

VIDA EM MODO ESPERA E EM LOOPING


Por Rebeca Crivelaro Campos

Se você não está preparado o suficiente, recomendo que não leia esse texto. Ele pode abalar algumas de suas verdades e pode fazer você refletir e questionar sobre sua atual estrutura de vida.

Percebo que um coletivo de pessoas vive no modo espera, um desdobramento do modo vítima de ser, e isso os leva a viver em forma de looping, onde ela está sempre esperando chegar a sexta-feira, as férias ou até a aposentadoria, mesmo sem saber se ela estará viva para chegar até lá, para poder 'viver de verdade'.

Nesse modo espera, espera-se que algo ou alguém lá fora, até mesmo, um anjo ou um ser ascensionado, como Jesus, ou extraterrestres (acredito que eles existam, aqui não é um uso pejorativo, só não acredito que eles interfiram no nosso livre-arbítrio), venham e resolvam todos as suas questões: relacionais, financeiras, entre outras que estão na lista de demandas urgentes, de preferência. O 'deus' para essas pessoas é quase um serviçal, que recebe novos pedidos o tempo todo.

Mas, observa-se, de fato, que não existe uma real proposta de mudança de vida para elas, pois não estão a fim de se indispor, de questionarem suas próprias crenças, seus próprios valores, pois acreditam que a vida vai se criando por ela mesma, ao acaso, e deixam literalmente que a vida os levem. 

Elas preferem investir na crítica, na reclamação, inclusive de 'deus', que não atendeu seus pedidos, que deixa que esse mundo seja cruel e injusto, e aí vai, o drama só cresce, crítica, julgamento, maledicência. Daí surge a necessidade de que ela se envolva com  algum vício,  para amenizar seu sofrimento, como beber demais, comer demais, tudo para esquecer as mágoas da vida. E o efeito bola de neve de insatisfações, problemas, físicos, psicológicos, relacionais, financeiros só vai crescendo e se agravando.

Assim, mesmo estando ruim, o que importa é que ela está num terreno conhecido. Melhor do que arriscar, tentar algo novo, deixar que a coragem seja maior que um medo, por um pequeno momento. Tentar, mesmo que dê errado para mudar de caminho. Não, isso tudo é demais, pois existe orgulho, vergonha, medos diversos (de não se aceito, de não agradar, de ficar só, etc...). O melhor mesmo é ir ignorando que está realmente ruim a vida dela, e ir se distraindo e se entorpecendo com TV, celular, festinha, mais comida, mais álcool, mais reclamação....

Assim como diz o Gasparetto, a pessoa fica esperando nas filas da eternidade para ser feliz. E quem foca na espera, está sempre esperando. Por isso, busca-se por previsões mágicas de mudança que estejam fora dela, tudo que ofereça uma perspectiva rápida e prática, mas ilusória, de transformação da vida. Porque, no fundo, o que ela não quer é ter o trabalho de enfrentar a dor da mudança, em todos os seus aspectos, e tomar iniciativas reais como: redirecionar o dinheiro dela para investir em desenvolvimento pessoal, para se conhecer, para organizar a própria vida, ler e assistir conteúdos transformadores, fazer algum curso para expandir seus atuais conhecimentos.

Assim, a vida em modo espera e looping virou algo muito comum. E como o que fica comum é compreendido como normal, as pessoas não se questionam, não querem mudar e assim a vida de gado segue. Um coletivo adormecido e enfurecido, pois acham que o mundo lá fora é a causa de todas as desgraças da sua vida, e não querem olhar para dentro, retornar para a causa de tudo, nós mesmo. Ficar em silêncio, que sejam 5 minutos; organizar e limpar sua própria casa; refletir sobre como o seu estilo de vida poderia ser mudado para contribuir com o mundo. Não, tudo isso dá trabalho, então, vamos vivendo assim mesmo, é a vida né?! Bem, é a vida que escolheram. E o Universo sempre diz sim.

Por isso, hoje eu trago uma nova perspectiva de vida, caso você leitor tenha interesse. A visão de mundo onde você é o criador da sua vida. Isso não é papo esotérico e new age, isso é física, mecânica quântica. É o observador que escolhe, por meio da sua intenção o que ele quer criar, sempre, mesmo inconscientemente. 

É difícil de receber essa nova perspectiva no começo, porque foram milênios de ignorância e lavagem cerebral, para que pudéssemos acreditar que não temos poder de transformar e mudar nada. Esse era o grande interesse do paradigma materialista, aquele que separa tudo, que tira a responsabilidade das nossas criações e que desconecta tudo! Você de mim, nós do planeta e de todo o Universo.

Aquele paradigma que foi dominado, sobretudo, pela igreja que diz que você é pequenino, e inútil e que só um 'deus' (bem julgador, malvado e com um chicote na mão) lá fora pode te salvar, se você for um bom menino, é claro. Sendo que esqueceram de falar e ensinar que esse Deus/Deusa, está aí dentro, pulsando, vibrando em cada átomo de cada uma das 50 bilhões de células do seu corpo. E você é o comandante desse coletivo de células.

Aliás, esse Deus/Deusa, essa Consciência maior, esse Universo, é VOCÊ holograficamente falando. Mas, se você continua negando, ele não fará por você, só acatará o seu pedido de ficar acuado, com medo, num canto escuro da sua existência. Pois você estará se eximindo do seu próprio poder e assim, se tornará joguete do mundo, das situações externas.

Se você está satisfeito com sua vida, mesmo nesse modo espera e em looping, tudo certo. Se não, saiba que essa dor que você está sentindo, a sensação de desencaixe, talvez seja a sua resistência em aceitar sua real vida pulsando dentro de você.

Ela quer sair, desaguar, fluir, mas as comportas só podem ser abertas por você. Ou a pressão do fluxo, pode ser tornar tão intensa que você seja sim arrastado. Qual das opções você acha mais inteligente? 

Não é difícil nem fácil fazer as mudanças, depende de como nós enxergamos o processo. Você é o criador da sua própria realidade, busque e aplique essa nova verdade!

Namastê
Rebec@

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