terça-feira, 16 de agosto de 2016

VOCÊ JÁ ASSUMIU O CENTRO DA SUA VIDA?


Por Rebeca Crivelaro Campos
16 de Agosto de 2016

Todas as situações externas que se passam em nossas vidas, nada mais são que um reflexo das nossas vidas interiores. 

E sempre foi assim. No entanto, estamos começando a tomar consciência dessa não separação de eventos somente agora. Somos a causa de tudo! Não somos meras vítimas do destino ou do acaso. E o que existe lá fora é somente um Universo correspondente ao nosso Universo interior.

Pare um pouco para fazer uma breve análise da sua vida. Respire fundo e seja honesto com você. Veja cada área, cada desdobramento feliz e os que geram desconforto. Você já se responsabilizou por tudo que está acontecendo? Pelo bom e pelo que é desafiante? Já assumiu ser o protagonista da vida que está criando? Ou ainda está como coadjuvante? Está culpando alguém, o governo, a sociedade, os pais, as circunstâncias, a falta de tempo ou dinheiro, etc.

Inicialmente, essa notícia pode parecer chocante para muitos. Ela pode trazer revolta, indignação, e até descrédito. Mas, quando vamos tomando consciência que somos primordialmente um campo energético que interage o tempo todo com o ambiente, vamos compreendendo essa situação na prática.

Se você não assumiu o comando do seu próprio campo, pode ter certeza que alguém ou algumas circunstâncias assumiu por você. 

Por isso as repetidas mensagens de mestres espirituais dizendo que devemos retornar ao interior. Nosso desenvolvimento pessoal está associado diretamente a um retorno ao nosso Universo interno onde está toda a origem da vida que estamos criando, todas as causas. Nossos pensamentos, emoções, sentimentos, nosso mundo sutil, determina nossas criações físicas, nossas ações. Assim, sem o olhar interno da nossa estrutura é impossível resolver a causa de qualquer questão externa. 

Quando nos colocamos como centro da nossas vidas de forma consciente e amorosa, vamos desenvolvendo uma percepção mais expandida das coisas. E percebendo a relação do nosso mundo interno com o externo.

Mas, sem dúvida nenhuma, o ponto alto desse entendimento é quando passamos a nos acolher de verdade. Nos aceitar cada dia mais e mais e entender que somos sempre o que podemos ser, não o que queríamos ser ou muito menos o que os outros queriam que fôssemos.

Essa é uma maneira simples e fácil de começar. Se olhar no espelho, se elogiar, dizer que está tudo bem, ficar calmo e confiante que estamos fazendo a nossa parte, em resumo, fazer tudo que faríamos por uma pessoa querida, um amigo, amante, um familiar.

Nessa compreensão, o acolhimento, aceitação do outro se torna mais natural e frequente. E esse ping pong do nosso mundo interno e externo e da nossa relação com nós mesmo  e com o outro, vai sendo ajustada, apaziguada. Ajustamos dentro, para o que acontece lá fora começar a responder diferente. O que se passa fora, nos transmite importantes mensagens para os ajustes internos. Por isso o ping pong é o tempo todo, dentro e fora, eu e o outro.

Assim, sem se compreender, entender, acolher, aceitar, não tem como fazer isso com o outro. Só damos o que temos. Se estamos confusos, desorientados, não poderemos ajudar os outros a se equilibrarem. Esse e entendimento também cabe ao material. Se você doa o que não tem, passa a reforçar a falta e o desequilíbrio em sua vida. 

Dessa forma, comece sendo um observador de si mesmo, compreendendo que você não deve se definir de acordo com as situações que se passam na sua vida agora. Você é muito mais, é essência divina, luz e amor puros. No entanto, as situações externas que estão se desdobrando são inteligentes indicadores do nosso grau de desconexão com nossa parte divina. Quanto mais caótico lá fora, maior é o seu nível de desconexão com seu interno.

Faça uma lista de acontecimentos na sua vida, dividindo por áreas. Liste o que é mais significativo no momento, de bom e de desconforto, e associe a cada evento uma crença, uma pensamento, um sentimento. Faça sem julgamentos, sem culpa, e medite sobre como pode alterar suas emoções em relação a esses eventos. Tente replicar as emoções das áreas que estão dando certo para as áreas que quer mudança.

E lembre-se: esse é um processo infinito, não tem ponto de chegada, somente caminho, mas ele pode ser cada dia mais interessante e só irá depender do quanto você está disposto a assumir o centro da sua vida.

Namastê

Rebec@

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Blog Feminino Quântico: http://www.femininoquantico.com.br/2016/08/voce-ja-assumiu-o-centro-da-sua-vida.html

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