quarta-feira, 3 de agosto de 2016

É MOMENTO DE SAÍREM DA CAIXA (POR MESTRA NADA)


Canalização da Mestra Nada
Por Thiago Strapasson
01 de Agosto de 2016

Amados Filhos, Saudações!

Há algo em seu interior que precisa ser revelado, que necessita expandir e, para isso, vocês devem se mostrar em toda sua essência.

Não é mais tempo de se esconderem, de viverem dentro de sua “caixa espiritual”, sem mostrar seu amor ao mundo. É o momento de “saírem dessa caixa” que os isola!

Vocês se guardaram, pois, assim, não mostram o quão vulneráveis podem ser em seus atos, em seus estilos de vida e em sua nobre missão de elevação planetária.

Há um grande coração em seu peito, que tem suas imperfeições, que está sujeito às mudanças de humor e às dificuldades da vida, mas por que não se entregarem de alma à toda essa imperfeição que acham que possuem dentro de vocês?

Eu não vejo imperfeição, mas se a veem, mostrem ao mundo o quão bela é essa imperfeição que os torna perfeitos. É abraçando nossa própria imperfeição que assumimos ao mundo que somos, sim, falhos, imperfeitos, mas que podemos nos amar assim mesmo.
Há muita exigência entre vocês em busca da beleza e pureza do caminho espiritual, onde a vida precisa ser bela, com paz, bondade e equilíbrio. Mas se não é assim, como se sentem? Por que precisam ser espirituais se estão humanos, vulneráveis à sorte do acaso e ao jogo da vida? Por que controlarem algo que, por natureza, é falho e vulnerável?

O Amor só existe a partir de nosso próprio reconhecimento, sem máscaras, sem dúvidas, sem nos desmerecermos e aceitando que tudo que acreditamos é feito o vento: passa por nós e se vai.

Não somos, estamos! Somos, sim, vulneráveis à vida, aos eventos e, tudo que temos, pode ser tirado agora de nós! Essa é a beleza da vida: abraçar e pular de braços abertos em toda essa magia, que é a vulnerabilidade da vida.

Ser vulnerável, ser imperfeito, mas ter aceitação.

Viver toda essa dúvida, essa vida que, nem de longe, é a ideal de nossos sonhos, mas como aquele que se entrega numa dança a seu parceiro, em confiança que irá te segurar. Ter o amor próprio, o gostar de si e se entregar de forma vulnerável à imperfeição que somos.

Esse é o ponto final da vida. Porque um dia ou outro, todos teremos que nos entregar à nossa imperfeição, aos nossos vícios, às nossas fraquezas e por que não pode ser agora? Ser imperfeito talvez seja a perfeição do mundo; ser vulnerável talvez seja a melhor maneira de controlar a vida e não se submeter a nenhum capricho social. Apenas sermos em essência nossa própria vulnerabilidade e imperfeição!

Eu estive entre vocês, mas foi a partir de uma vida vulnerável, que me elevei das mais imperfeitas das vidas, na qual descobri que tudo o mais era crença da minha mente e, aquilo que imaginava como ideal, jamais seria atingido. Nesse dia, eu deixei de querer ser algo, e fui eu. Deixei de querer fazer, me aceitei e, assim, passei a me amar e quem diria: foi quando descobri minha imperfeição, que me aceitaram como perfeita. Por muito tempo, busquei a perfeição que muitos diziam possuir, mas foi quando descobri minha imperfeição, que descobri quem era.

A perfeição está no coração e não na mente. O controle está na entrega e na confiança, na aceitação da vulnerabilidade. O Amor está em descobrirmos que pertencemos à uma família muito maior do que nos ensinaram e que todos nós merecemos, pelo simples fato de pertencermos, e nada mais.

É do Amor que pertencemos, é da Aceitação que somos, é da Entrega à vida que nos amamos. E, a partir daí, somos perfeitos, porque paramos de querer ser. Apenas somos imperfeitos e vulneráveis à vida.

Amem-se, sejam vulneráveis, sejam imperfeitos, mas sejam vocês, porque a beleza está longe de todo conteúdo moral, que os disseram ser verdade. Nada mais é verdadeiro, além de sua própria imperfeição aos olhos do mundo.

Estejam em Paz, Meus Irmãos, nas Graças de Deus.

Mestra Nada
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Blog Feminino Quânticohttp://www.femininoquantico.com.br/2016/08/e-momento-de-sairem-da-caixa-por-mestra.html
Fonte: Coração Avatar Blog
Revisão: Angelica T. Tosta e Solange Yabushita

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