sábado, 18 de junho de 2016

AFETIVIDADE QUÂNTICA: QUANDO O AFETO SE TORNA LÚCIDO


Por Horácio Frazão
15 de Junho de 2016

Assumir a sua natureza quântica o faz inverter certas lógicas e ampliar a sua percepção para além do comum e afetar evolutivamente todas as áreas da sua vida, inclusive a afetiva. Aquele que está atuando a partir deste novo paradigma aprimora o seu comportamento para outro nível, pois sabe que, sendo o observador do seu próprio universo pessoal, a forma como o observa determina a qualidade da sua própria realidade. Isso o faz assumir uma autonomia e, principalmente, se posicionar de maneira interdependente nas relações humanas. Necessitamos de nutrição afetiva lúcida, pois assim nos sentimos renovados e o nosso vigor espiritual aumenta.

A forma como você se observa e observa o outro pode provocar efeitos transformadores e determinar a maneira como os outros irão lhe tratar. O princípio do observador interfere na matéria e diretamente nas relações afetivas humanas. A questão central é até que ponto você se permite sair da postura passiva e de dependente emocional para uma postura mais ativa, de alguém que encontra em si próprio tudo aquilo que até então buscava emocionalmente no outro.

Carência não é a necessidade de receber do outro e, sim, de se dar. Quanto mais preenchido de si você estiver, mais inteiro e completo emocionalmente você estará para então viver um compartilhar de sentimentos com o outro. Assim uma relação genuína, quântica se estabelece.

Um dependente emocional é aquela pessoa que ainda não despertou para o fato de que o outro não existe para lhe preencher ou se tornar aquilo que ele espera, para só então se sentir bem ou realizado. O outro existe para espelhar aquilo que precisamos enxergar em nós; sejam virtudes que, reforçadas pelo outro nos elevam, sejam vícios emocionais que precisamos superar e que nos limitam. Um dependente emocional é como um buraco sem fundo, nunca será o bastante, nunca será o suficiente, nunca se sentirá pleno. Dois dependentes emocionais formam um abismo. O resultado será sempre a pressão de se sentir sufocado um pelo o outro.

As emoções básicas afloram e a afetividade deixa de ser afetividade e passa a ser agressividade, pois agora não há mais duas pessoas evoluindo como uma dupla evolutiva e, sim, dois egos que se agridem e acham que sabem o que é melhor para o outro. Você pode a qualquer momento sair do ciclo vicioso da dependência emocional e entrar num ciclo virtuoso no qual se torna um ser mais inteiro que ao invés de carecer sempre agregará valor à vida das pessoas.

Paz & Consciência
Fonte:Respeite os créditos ao compartilhar a mensagem! 
Blog Feminino Quântico:http://www.femininoquantico.com.br/2016/06/afetividade-quantica-quando-o-afeto-se.html

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