segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

CRENÇAS (POR ELOHIM)


Canalização de Elohim 
Por Vinícius Francis 
29 de Fevereiro de 2016

Os planetas orbitam em torno das estrelas como as manifestações em nossa vida orbitam em torno de nós. Toda criação parte de um ponto, um princípio que chamamos de Fonte. Esta palavra significa aquilo que cria ou jorra algo, a fonte é sempre de onde se origina alguma coisa. Então, entendem que tudo o que existe possui sua fonte. 

Você não verá um determinado planeta de um sistema solar qualquer girar em torno da estrela do sistema vizinho, isso não ocorrerá a menos que seja um sistema duplo ou binário, mas não é o caso aqui citado. Isso serve para que compreendam que tudo a vossa volta em vossa experiência, gira em torno de vocês. 

Não é possível você atrair as experiências dos outros, os planetas dos outros giram em torno deles mesmos e você tem os seus. Disso parte o princípio da autoresponsabilidade, somos todos neste Universo sem fim, responsáveis pelos nossos frutos e quando aceitamos tal verdade e evidência, conseguimos viver melhor e possuir uma caminhada de vida mais satisfatória. 

As pessoas de planos como o que vocês vivem agora, cultivam tal erro, o de responsabilizar outros ou outras coisas que são externas por tudo o que lhes ocorre e não sabem que fazendo isso, estão fugindo da felicidade, pois a causa e o motivo de tudo seja bom ou aparentemente ruim está dentro de cada um. 

Cada um carrega em si mesmo a essência de todas as coisas e as manifesta de acordo com as crenças, permissões e pensamentos. É muito fácil descobrir no que uma pessoa pensa com mais energia e nos sentimentos e crenças que ela possui, basta olharem para a vida dela. Vossa vida é uma constante resposta daquilo que vibram, todo o vosso campo externo reflete perfeitamente vosso campo interno, isso é estabelecido e imutável.

 A vossa volta estão todos os vossos pensamentos, sentimentos e crenças, solidificados em cada coisa na vossa experiência. Observem a água, ela primeiramente surge como um vapor, logo se condensa se tornando água líquida e em seguida se torna gelo, solidificado. Assim é o Universo e nessa analogia podem compreender melhor que o não físico, isto é, o líquido e o gasoso, que é o plano da consciência emocional e mental, que somos nós, é a base da formação da vida. O físico é projeção dos dois primeiros. 

E não somente nisso, mas nas manifestações ao seu redor, antes de se tornarem físicas, existiram no campo das emoções e antes das emoções, existiram no campo dos pensamentos. E onde estão às crenças nisso? As crenças funcionam como a grande e poderosa corrente de energia que move tudo para que tudo “seja”. 

Suas crenças moldam sua vida, é por ela que seus pensamentos e sentimentos se tornam físicos e palpáveis. Mudar o fluxo dos pensamentos é a base, mas mudar crenças é indispensável. Tudo sempre e harmonicamente funciona, por isso se desejam ter manifestações melhores, mudem suas crenças interiores, aquelas que são percebidas quando conversam, quando pensam ou quando desejam. Elas aparecem sempre que são ativadas, elas residem no subconsciente da alma e vêm à tona sempre que são convocadas. 

Trabalhem suas crenças com paciência e perseverança e logo as bênçãos emergirão, alinhem seus pensamentos e tornem as conversas e diálogos confortáveis ao padrão de vida que desejam viver. Lembrem-se: O subconsciente é uma resposta consciente de sua parte pensante e livre, ele apenas obedece fielmente aos comandos da mente controlável, que é livre e perceptível aos vossos sentidos. Sendo assim, podem facilmente iniciar um trabalho mental de reorganização energética. Vocês têm nas mãos este grande canal de energia que “é” vocês mesmos. 

Apenas devem assumir o real controle daquilo que “são” para que aquilo que vocês “são”, manifeste aquilo que vocês querem. É simples se encarado simples e difícil se encarado difícil, tudo vai da percepção e escolha da mente consciente. Estão sempre a um passo do que querem, o que desejam bate à porta de vocês, mas vocês quando estão para receber, negam tal benefício justo. Isso ocorre com a maioria. Paz, muita paz em vós, descansem em si mesmos, já possuem tudo em si mesmos. 

É somente uma questão de alinhamento consigo, não com o que escolhem para si, pois não é a coisa que “causa” vocês, mas são vocês que “causam” as coisas, logo vocês são a “base”, a “permissão” e a “manifestação” de tudo em suas vidas. Abençoados sejam vocês com a benção que já lhes foi dada, inundados sejam vocês com a paz que já lhes foi dada, haja em vocês a luz que já “é” em vocês, assumam em vocês aquilo que vocês já "são" para possuírem aquilo que vocês já "têm".

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Blog Feminino Quânticohttp://femininoquantico.blogspot.com/2016/02/crencas.html
Fontes: http://stelalecocq.blogspot.com.br/2013/07/os-elohim-crencas.html

domingo, 28 de fevereiro de 2016

VIVENCIANDO A ENERGIA DO BUDA



Canalização de Maria Madalena 
Por Pamela Kribbe
28 de Fevereiro de 2016

Queridos amigos, queridos irmãos e irmãs, Eu Sou Maria Madalena, sua irmã e amiga. Estou feliz de estar aqui com vocês hoje. Vocês são seres lindos, todos vocês. Gostaria que cada um pudesse enxergar sua própria beleza através dos meus olhos, pois certamente se preocuparia menos com o que outras pessoas pensam de si, e sentir-se-ia mais livre.
  
Você está muito preocupado consigo mesmo o tempo todo. Vive se perguntando se está fazendo a coisa certa, se tem o conhecimento certo; entretanto tudo o que precisa para encontrar seu caminho na vida está dentro de você mesmo. Você possui um radar no interior do seu próprio ser; este guia interior está dentro do seu abdome.

Gostaria de falar hoje sobre a importância de se conectar com seu abdome e tornar-se realmente presente nesse nível. É triste que muitas mulheres não se sintam confortáveis em seu próprio abdome, que, no corpo, é a sede das emoções. O abdome é também a sede da intimidade e sexualidade, e é onde os bebês são concebidos e se desenvolvem. Portanto, a área do abdome está profundamente interligada com a vida na Terra.

Às mulheres é dito que é importante doar e abrir o coração para as necessidades das outras pessoas. De fato, grande parte da espiritualidade está centrada no despertar do coração. Mas vejo várias pessoas, especialmente mulheres, sofrendo justamente por terem o coração aberto demais, e não fechado.

O coração delas está muito aberto e facilmente estende as mãos para seres e energias ao seu redor, mas o abdome está relativamente fechado. No abdome reside um grande poder; é o poder de dar à luz, o poder de se conectar verdadeira e profundamente com a Mãe Terra e os grandes ritmos da vida.

As pessoas em geral – e vocês como cultura – tornaram-se temerosos destas grandes forças da vida, porque elas ultrapassam o controle da mente e da vontade. As mulheres instintivamente sabem como lidar com estas forças, mas se alienaram da capacidade de sintonizar-se com seu próprio poder.

Peço, então, a cada um de vocês – a cada homem e a cada mulher – que se conecte mais profundamente com o centro do seu abdome. Simplesmente conscientize-se dessa área e da sua respiração descendo até lá a cada inspiração. Seu abdome é sua âncora, energeticamente falando. Ele lhe dá as raízes que o enraízam em você mesmo. Desça mentalmente ao seu abdome e poderá sentir suas pernas tornarem-se mais aterradas e pesadas.

Agora imagine que dentro do seu abdome há um grande “olho”. Este “olho” observa tudo com muita calma e clareza. Em comparação com as energias do seu coração e da sua mente, a energia desse “olho” no centro do seu abdome é muito calma e silenciosa, muito sólida e estável.

Pense nos ritmos da natureza e como eles ocorrem com facilidade e regularidade. As Estações vêm e vão e todas fluem naturalmente por si mesmas. Você faz parte deste ritmo da natureza, então conecte-se com a consciência feminina em seu abdome.

Agora, volte esse “olho” do seu abdome para cima e olhe para a área do seu coração. Como seu coração se sente? Você consegue realmente amar a si mesmo, dar atenção a si mesmo e cuidar de si mesmo?

Dentro do seu abdome, você sabe que precisa haver um equilíbrio entre dar e receber porque esta é a lei da natureza. Seu abdome sabe que de nada adianta doar demais, e que isto não respeita o equilíbrio natural de energia.

Imagine que você está numa situação do seu cotidiano, na qual sente sua energia sendo drenada ou esgotando-se. Imagine-se nessa situação e, então, olhe para ela com o olho do seu abdome, enquanto se mantém presente em seu abdome. A partir daí você pode observar essa situação de um modo muito impessoal e calmo.

De certa forma, isto é realmente engraçado, porque geralmente se considera que a parte inferior do corpo, os centros inferiores de energia, estão conectados com o ego. Na verdade, seu abdome tem uma sabedoria que vai além do ego.

Ele pode lhe ensinar a estar realmente disponível para si mesmo e proteger-se quando necessário. Sinta como seu abdome deseja cuidar de você. As mulheres não são muito boas para cuidar de si próprias. E os homens que possuem um lado feminino forte, um lado sensível, podem ter este mesmo problema.

Para esclarecer e ajudar você com esta questão de sensibilidade e de perda de energia para forças externas, eu gostaria de invocar uma imagem que é familiar para a sua cultura – a imagem e energia de Buda.

A energia de Buda é muito serena e calma, muito ancorada e conectada com a Terra também. A sabedoria de Buda pode ser facilmente acessada a partir do abdome. Simplesmente imagine como seria se você fosse como Buda, se tivesse aquele tipo de presença, aquele tipo de serenidade, de tranquilidade. Consegue sentir a paz brotando do interior do seu abdome?

Buda tinha um coração aberto; seu coração estava cheio de compaixão pelos outros seres vivos. Mas, embora se preocupasse com o sofrimento deles e desejasse ajudá-los a amenizá-lo, ele se mantinha centrado em seu próprio ser. Permita que este poder, esta energia, flua através de você; ela faz parte da sua cultura. Se você conectar seu coração com seu abdome, toda a questão da sensibilidade será diferente para você.

Muitas vezes, ao estender as mãos para outras pessoas a fim de ajudá-las, você absorve a energia delas e pensa que pode oferecer-lhes a solução para seus problemas. Nunca lhe ocorreu que é muita presunção assumir que você tem a solução? Pode ser que você não saiba qual é a solução correta para elas.

Talvez esteja apenas ansioso para restabelecer a harmonia, para ver um sorriso em suas faces, ou para receber a aprovação delas. Abandone essa ansiedade, esse desejo. Não resolva o problema dos outros. Quando se conectar com o “olho” no seu abdome, você verá coisas e sentirá compaixão, mas não se sentirá tão inclinado a resolver os problemas dos outros.

A chave para a verdadeira compaixão por outras pessoas é sentir empatia por elas e, ao mesmo tempo, manter a confiança no fato de que elas possuem a solução para seus próprios problemas. Ao se convencer da força que elas possuem, você terá paz de espírito.

Perceberá, a partir do nível do abdome, que os processos de crescimento levam tempo, e que você mesmo se encontra num processo de crescimento.

Muitas vezes, sua necessidade de ajudar, de doar, de ser útil para os outros está relacionada com sua própria insegurança… um medo de não ser suficientemente bom e, por isto, ter que fazer alguma coisa ou ser alguém para outra pessoa.

Na verdade, você é mais útil para os outros quando se conecta com essa natureza Búdica dentro de si mesmo. A serenidade, a tranquilidade que você irradia, então, os confortará.

E isto tem um significado para você também; significa que você é suficientemente bom, mesmo quando não está fazendo nada, nem ajudando alguém, e mesmo quando você não significa nada de especial para qualquer outra pessoa.

Você é bom do jeito que é, porque você é uma parte da natureza. Assim como uma árvore, ou uma flor, ou uma montanha, você tem o direito de ser, simplesmente porque faz parte do todo. Você não precisa provar que é você mesmo. Um animal ou uma flor não sentem necessidade de se defenderem para poderem ser. Eles estão simplesmente lá; você está simplesmente aí.

Você é uma extensão do espírito, da unidade, e isto basta!

Curiosamente, embora isto devesse ser tranquilizador para você, é um tanto chocante para o seu ego. Sua parte ego quer ser alguém, quer ser útil, quer fazer uma diferença. Mas é isto que sua alma realmente deseja de você?

Não. Porque sua alma está em paz consigo mesma. Sim, ela procura expressar-se no mundo exterior, deseja compartilhar a si mesma como uma flor compartilha sua beleza, mas ela não precisa provar nada nem justificar sua própria existência.

Compreenda apenas que não há tanta coisa a conquistar na sua vida como você pensa.

Você realmente pode relaxar um pouco mais.
Você é uma parte do todo, e nada pode mudar isto.

Descanse neste sentimento natural que permeia toda a natureza. No seu dia-a-dia, sempre que se preocupar com questões a resolver, problemas a solucionar, formas de lidar com outras pessoas, inspire profundamente de vez em quando, e conecte-se com seu abdome.

Seu corpo é um portal para muita sabedoria. Sempre que se sentir esgotado ou tenso, encontre formas de relaxar seu corpo, porque isto o levará mais facilmente de volta à sua âncora, à sua fundação.

Gostaria de encerrar esta mensagem simplesmente dizendo que adoro cada um de vocês. Amo sua beleza e gostaria que brincasse um pouco mais na sua vida, como as criancinhas que ainda não têm consciência de que precisam conquistar alguma coisa ou ser alguém. Na verdade, esta é a maneira mais fácil se conectar com sua alma e ser você mesmo sem vergonha nem culpa.

*Mensagem de Maria Madalena canalizada por Pamela Kribbe em Beijing - China, em agosto de 2015.

Caso tenham interesse em ouvir as mensagem narrada:


   Fonte: https://www.youtube.com 
Gratidão
Rebec@

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sábado, 27 de fevereiro de 2016

AMA-TE A TI PRÓPRIO E OBSERVA



Por Osho
27 de Fevereiro de 2016

O amor é o alimento para a alma. Assim como o alimento é para o corpo, de um  certo modo como o amor é para a alma. Sem comida o corpo é fraco , sem amor a alma é fraca. E nenhum estado, nenhuma igreja e nenhum interesse investido jamais queria que as pessoas tenham almas fortes, porque uma pessoa com energia espiritual é obrigado a ser rebelde.

O amor faz-te rebelde, revolucionário. O amor dá-te asas para voar alto. O amor dá-te uma visão sobre as coisas, de modo a que ninguém o possa enganá-lo, explorá-lo ou oprimi-lo. E as pessoas que detêm o poder agora eles não querem que você voe alto, que conheça o seu poder natural inerente.

Para torná-lo espiritualmente fraco eles descobriram um método seguro, cem por cento garantido, que é ensinar-lhe a não amar a si mesmo – porque, se um homem não pode amar a si mesmo, não pode amar ninguém. O ensino é muito complicado. Eles dizem: "Ame os outros". Porque eles sabem que se você não pode amar a si mesmo, que não pode amar a todos. Mas eles continuam dizendo: "Ame os outros, ame a humanidade, ame Deus, ame a natureza, ame sua esposa, seu marido, seus filhos e seus pais, mas não ame a si mesmo". Porque amar a si mesmo é egoísta, de acordo com eles.

Eles condenam o amor-próprio como eles condenam nada mais – e eles fizeram o seu ensinamento parecer muito lógico. Eles dizem: "Se amar a si mesmo, vai tornar-se um egoísta, se amar a si mesmo, vai tornar-se num narcisista". Não é verdade. Um homem que se ama acha que não há nenhum ego nele. É amar os outros sem amar a si mesmo, na tentativa de amar os outros de que o ego surge.

O amor não sabe nada do dever. Dever é um fardo, uma formalidade. O amor é uma alegria, uma partilha, o amor é informal. O amante nunca sente que ele fez o suficiente, o amante sempre achou que era possível mais. O amante nunca sente , "Eu obriguei o outro.” Pelo contrário, ele sente, "Porque o meu amor foi recebido, estou agradecido". 

Um homem que se ama a si mesmo respeita, e um homem que se ama e respeita a si próprio respeita os outros também, porque ele sabe, "Assim como eu sou, assim são os outros. Assim como eu gosto de amor, respeito, dignidade, assim como os outros". Ele se torna consciente de que não somos diferentes. Na medida em que os fundamentos estão em causa, nós somos um.

O homem que ama a si mesmo desfruta do amor tanto, torna-se tão feliz, que o amor começa a transbordar, começa a alcançar os outros. Tem que chegar! Se vive o amor, tem que partilhar. Pode ir amar a si mesmo para sempre porque uma coisa ficará absolutamente clara para si: que se ama uma pessoa, você mesmo, é tão tremendamente extasiante e belo, quanto mais êxtase está esperando por si, se começar a partilhar o seu amor com muitas mais pessoas!

Lentamente as ondulações começar a chegar cada vez mais longe. Você ama outras pessoas, então você começa a amar os animais, pássaros, árvores, rochas. Pode preencher todo o universo com o seu amor. Uma única pessoa é o suficiente para encher todo o universo com amor, assim como um único seixo pode encher todo o lago com ondulações – um pequeno seixo.

O homem tem de se tornar numa espécie de Deus. A menos que o homem se torna piedoso não vai haver nenhuma satisfação, nenhum contentamento. Mas como pode tornar-se Deus? Seus sacerdotes dizem que você é um pecador. Seus sacerdotes dizem que está condenado, que é obrigado a ir para o inferno. E eles fazem com isso, muito medo de amar a si mesmo. É por isso que as pessoas são tão grandes na censura. Elas irão encontrar falhas em si – como eles podem evitar encontrar os mesmos defeitos nos outros? Na verdade, eles vão encontrá-los e eles vão ampliar-los, eles vão fazê-los tão grande quanto possível. Esse parece ser o único dispositivo de economia, de alguma forma, para salvar a face, você tem que fazê-lo. É por isso que há tantas críticas e essa falta de amor. Digo isso é um dos mais profundos sutras de Buda, e só uma pessoa desperta pode lhe dar uma tal visão. Uma pessoa que se ama pode facilmente se tornar meditativa, porque meditação significa estar consigo mesmo.

Se odeia a si mesmo – como faz, como lhe foi dito para fazer, e tem que se lhe seguir religiosamente – se odeia a si mesmo, como pode ser com você mesmo? Meditação é nada, mas desfrutar da sua bela solidão e celebrando a si mesmo . Isso é o que a meditação é tudo. A meditação não é um relacionamento. O outro não é necessário em tudo, um é o suficiente até a si mesmo. Uma é banhado em sua própria glória, banhados em nossa própria luz. Um deles é simplesmente feliz porque um está vivo, porque um é .

O maior milagre do mundo é que tu és e eu sou . Para ser é o maior milagre, e a meditação abre as portas desse grande milagre. Mas só um homem que se ama pode meditar, caso contrário está sempre fugindo de si mesmo, evitando a si mesmo. Quem quer olhar para um rosto feio e quem quer penetrar num ser feio? Quem quer ir fundo na própria lama, na própria escuridão? Quem quer entrar no inferno que eles pensam que são? Quer manter essa coisa toda coberta com lindas flores e  quer sempre a fugir de si mesmo.

Por isso as pessoas estão buscando companhia de forma contínua. Eles não podem ser com eles mesmos, eles querem estar com os outros. As pessoas estão buscando qualquer tipo de companhia, se eles podem evitar a companhia de si nada fará. Eles vão se sentar numa sala de cinema por três horas vendo algo completamente estúpido. Eles vão ler um romance policial por horas, desperdiçando seu tempo. Eles vão ler o mesmo jornal uma e outra vez só para manter-se engajado. Eles vão jogar cartas e xadrez apenas para matar o tempo … como se tivessem muito tempo!

O amor começa consigo mesmo, então ele pode continuar espalhando. Ele continua espalhando de sua própria vontade,  não precisa fazer nada para espalhá-lo.

” Ame a si mesmo … “, diz Buda. E logo em seguida ele acrescenta: ” … e assistir. ” Isso é a meditação, que é o nome de Buda para a meditação. Mas a primeira exigência é a de amar a si mesmo, e depois assistir. Se você não amar a si mesmo e começar a assistir, você pode sentir como cometer suicídio.

Alguns budistas sentem vontade de cometer suicídio, porque não prestam atenção à primeira parte do sutra, eles saltam imediatamente para a segunda: cuidado. Na verdade, eu nunca encontrei um único comentário sobre O Dhammapada, esses sutras de Buda, que tem prestado atenção à primeira parte: Ame-se .

Sócrates diz: Conhece a ti mesmo, Buda diz: Ame a si . E Buda é muito mais verdadeiro, porque a menos que você ama a si mesmo que você nunca vai conhecer a si mesmo – conhecer só vem mais tarde, o amor prepara o terreno. O amor é a possibilidade de conhecer a si mesmo . O amor é a maneira certa de conhecer a si mesmo.

” Ame-se e assista… hoje, amanhã , sempre. “

Criar energia amorosa em torno de si mesmo. Ame seu corpo e ame sua mente. Ame todo seu mecanismo, todo o seu organismo. Por amor se entende: aceitá-la como ela é, não tente reprimir. Nós reprimimos somente quando odiamos alguma coisa, reprimimos somente quando somos contra alguma coisa. Não reprima, porque se você reprimir como é que você vai assistir? Não podemos olhar o olho inimigo no olho, podemos olhar apenas nos olhos de nosso amado. Se você não for um amante de si mesmo, você não vai ser capaz de olhar em seus olhos, em seu próprio rosto, em sua própria realidade.

Assistindo é meditação, o nome de Buda para a meditação. Observar é a palavra de ordem do Buda. Ele diz: Esteja atento, estar alerta, não fique inconsciente. Não se comportar de uma maneira sonolenta . Não vá a funcionar como uma máquina, como um robô. É assim que as pessoas estão funcionando.

Assista – apenas assistir. Buda não diz o que tem de ser observado – tudo! Andar a pé, assistir a sua caminhada. Comer, assistir sua alimentação. Tomar um banho, assistir a água, a água fria ou quente caindo sobre si, o toque da água, a frieza ou calor, o arrepio que percorre sua espinha – observe tudo, ” hoje, amanhã, sempre. “

Um momento finalmente chega quando pode assistir até mesmo o seu sono. Essa é a última palavra em assistindo. O corpo vai dormir e ainda há um observador acordado, em silêncio, observando o corpo dormindo. Essa é a última palavra em observação. Agora apenas o oposto é o caso: o seu corpo está acordado, mas você está dormindo. Então, você será acordado e seu corpo vai estar dormindo. O corpo precisa de descanso, mas sua consciência não precisa de sono. Sua consciência é consciência, é o estado de alerta, que é a sua própria natureza.

Quando você se tornar mais atento, você começa a ter asas – então todo o céu é seu. O homem é um encontro da terra e do céu , de corpo e alma. 

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Blog Feminino Quânticohttp://femininoquantico.blogspot.com/2016/02/ama-te-ti-proprio-e-observa.html
Fonte: http://palavrasdeosho.blogspot.com.br/http://palavrasdeosho.blogspot.com.br/

A VIDA É PARA SER VIVIDA E NÃO PROGRAMADA





Canalização do Elohim
Por Vinícius Francis
27 de Fevereiro de 2016

Somos intensos como a primeira respiração de um bebê e sutis como a última de quem abandona o corpo físico. Porque vocês chegam a esse mundo muito afoitos, cheios de entusiasmo pela nova experiência, ávidos pelo novo. Entretanto, costumam deixá-lo atrelados em muitos apegos e o último respirar quase sempre é sutil e quase nunca com o mesmo vigor do primeiro.

Vocês ao nascerem sabiam exatamente o que os esperava, pois estavam de um lado da moeda onde tinham consciência do lado em que estão agora. Porém, ao estarem na realidade física, normalmente não têm mais consciência do outro, não físico. E isso faz com que queiram viver aí para sempre.

O primeiro respirar soa muito como “Finalmente cheguei, estou pronto para viver tudo o que planejei!”.

Já a última soa mais como “Que pena que estou partindo, queria ficar mais!”.

E esse “queria ficar mais” esconde muitos “Não fiz tudo o que queria” ou mesmo “não curti como poderia ter curtido”. E partem numa sensação de falta.

Mas quando renascem são bem diferentes, imergem na matéria empolgados para viver o novo, bem como, aproveitar a oportunidade de desfrutar mais de coisas que julgaram ter deixado para trás na etapa anterior. Eis sua pergunta e acreditamos já ter iniciado a resposta antes. Qual sua dúvida?

Pergunta: A vida sempre muda o tempo todo e nem sempre estamos preparados para isso. Em outras situações, parece difícil aceitar determinadas mudanças e na tentativa de impedi-las, nos esforçamos para traçar outro caminho e criamos mais resistências. O que fazer quando se tenta com todas as forças trilhar um caminho, mas os resultados não são alcançados? E o que fazer quando a vida te leva para uma realidade que você não quer viver?

Elohim: Resposta para a primeira perguntam: Já pensaram em deixar pra lá? Se disséssemos “desistir” poderíamos, sem querer, vos estimular a abandonar vossos sonhos e baseados numa interpretação distorcida vocês poderiam abraçar com isso uma crença de impotência, do tipo “Não sou capaz de manifestar meus sonhos”. Mas, deixar para lá seria uma boa resposta.

Para a segunda pergunta, a resposta mais assertiva seria: Flua com ela, afinal, se ela tem tocado as coisas num rumo que não querem é porque provavelmente o navegar tem sido resistente em boa parte do percurso.

Porém, vamos trocar aqui o “Rumo que não quero” para “Rumo que eu não planejei, idealizei”.
Isso soa bem mais justo, não acham?

Porque vocês são seres dotados de uma imaginação estupenda, tão estupenda que planejam até mesmo a vida, os dias, os encontros ao longo do caminho e os desencontros também. Vemos vocês montarem em vossas mentes o esboço de uma discussão, de uma conversa, de um determinado evento. E achamos isso interessante. Como são ansiosos!

E perguntamos: Isso é divertido? Certamente vocês responderiam que “não”. Não pode ser divertido um fluir onde se tenta planejar cada passo. E a tensão em cima dos fatos, para que os mesmos não saiam do roteiro é forte. Sabemos que é, porque sentimos vocês se sentirem tensos.

Não sentimos a tensão que vocês sentem, mas sentimos vocês quando sentem a tensão. E conhecemos bem como isso é porque as experiências que vocês vivem nos beneficiam. Cada experiência que atravessam gera uma contribuição vibratória e desfrutamos de cada uma delas, pois isso nos expande.

Agora, no tocante a serem tão tensos e controladores, dizemos que seriam ótimos diretores de filmes. Neste caso, tal comportamento se aplicaria satisfatoriamente. Entretanto, na vida, no fluir da vida, isso não se encaixa harmonicamente.

Porque sempre se trata de vocês querendo conduzir o fluxo, mas o fluxo "é" em si mesmo e flui livremente em si mesmo. Não pode ser manipulado. Por isso esse é sempre um jogo insatisfatório para vocês, porque parece que a vida não os 'escuta'. Gritam para que ela vá pela direita, pois esse caminho vos parece melhor. Porém, ela segue pela esquerda e isso vos frustra terrivelmente.

E o que vos faz sofrer no final das contas não é o fato de o fluxo ter seguido pela esquerda e sim, o fato dele não ter ido pela direita. Vocês sofrem muito mais pelo que não aconteceu do que pelo que está acontecendo.

Porque o que está acontecendo normalmente é uma surpresa, não foi algo que planejaram. Já o que não aconteceu está sempre cheio das muitas expectativas, anseios, idealizações. E ao tentarem controlar os eventos da vida, se machucam quando se deparam com a realidade que não seguiu conforme o script.

Contudo, imersos em teimosia, costumam dizer a si mesmos: Dessa vez vai ser diferente! E não dizem isso de uma posição humilde de “Vou aprender a ir com o fluxo”, não, costumeiramente não é assim.

Vocês costumam dizer isso na revolta, na não aceitação e prometem a si mesmos (inconscientemente) que na próxima vez tentarão segurar a vida com mais força. E é isso o que sugerimos que não façam. Porque é justamente essa atitude que vos machuca.

O tempo que têm para fluírem com o todo usam-no resistindo-o, forçando numa direção desejada pelo ego, conforme as expectativas que ele nutre acerca das coisas. Agora, é ruim que sejam seres carregados de expectativas? Não, mas pode ser doloroso esperar que as tais sejam correspondidas.

Não pedimos para não gerarem expectativas, orientamos que não esperem que elas sejam correspondidas. Se souberem nutri-las com desprendimento, se souberem senti-las sem obrigatoriamente esperar que aconteçam conforme anseiam, não sofrerão. Todavia, sabemos que isso é uma tarefa delicada.

Então, nossa sugestão é: Soltem, larguem, abandonem. 

Porque entre nutrir um sonho e ser vítima de suas expectativas e soltá-lo, deixando-o um pouco "pra lá", escolhemos a segunda opção.

Amigos da Terra, nada dá errado.
Sugerimos que mudem vossa visão quanto a isso.

Assim como iniciamos a mensagem já trazendo o entendimento da pergunta levantada, desejamos que compreendam o sentido do que desejamos vos transferir neste dia. Quando nascem vossa respiração é ofegante acompanhada de um choro, de uma emoção marcante. Vocês iniciam a vida na Terra já de uma forma bem eufórica.

Mas partem em muitos casos, na grande maioria, diríamos, desanimados. E tudo isso parte, novamente, de vossas expectativas ou mesmo de vosso medo. Expectativas no sentido de frustração por não terem vivido conforme todas elas. E medo porque não sabem o que os aguarda assim que fecharem os olhos e partirem.

E por sentirem medo não se permitem fluir no novo que vem vindo.
Então, chegamos ao ponto chave do assunto levantado.

Chegaram à Terra com muita empolgação porque sabiam como era a vida aqui, foram preparados para ela. Mas costumam sair desmotivados e temerosos porque não conhecem a vida do outro lado, se esqueceram de como ela é. Percebem aqui o perfil controlador que citamos há pouco se manifestando de novo?

Não se permitem (na maioria dos casos) sentir alegria plena e regozijo pelo que vem após a morte do corpo físico porque não conhecem o porvir, pois vocês não têm em mãos no momento do desencarne o mapa com o "plano de morte". Tinham um com o "plano de vida", antes de imergirem na matéria. E por saberem o que os esperavam, entregaram-se ao êxtase da experiência vindoura. 

Mas ao abandonarem a matéria, o medo do desconhecido vos trava de sentirem a alegria, que mesmo negada, bate à porta sempre querendo entrar e fazer parte da experiência.

A alegria sempre bate à porta, é o vosso medo que não a deixa entrar. Isso em todos os casos. Porque o medo de que o dinheiro acabe não deixa a porta se abrir para ela. O medo de serem abandonados não deixa também. O medo de não dar certo boicota a alegria. O medo de não conseguirem alcançar os objetivos mantém a porta fechada para a alegria. Porque se colocam a postos, tensos, como sentinelas a vigiar um castelo, caso alguém ou algo venha querer roubar vossa alegria de viver. 

E com isso se fecham justamente para a alegria de viver, pois não percebem que é pondo-se tensos e temerosos, sempre se defendendo do que não conhecem ou não podem controlar agora que se afastam do bem que tanto querem viver.

A vida que vocês mais evitam é a que vos dará maiores alegrias. E tudo seria diferente se vivessem a vida pela alegria de vivê-la e não para tentar fazer dela um desdobrar daquilo que acham ser o melhor. E por não saberem o que virá adiante em cada experiência que muda repentinamente, seguram o bem-estar, preparando-se para um possível “pior”. Só que esse “possível pior” é sempre o melhor vos chamando a novos caminhos. Aceitem e serão felizes. Resistam e sofrerão.

A verdade é que a vida nunca vos pedirá licença para mudar, porque vocês todos são parte dela e não ela de vocês. Mas tenham em mente algo que gostaríamos muito que jamais saísse de foco: Seja qual for a mudança e pra onde ela apontar, mesmo que não compreendam e não saibam os motivos pelos quais essa conversão de rota ocorreu, a vida sempre vos leva para o melhor, porque ela vos aprecia, vos ama incondicionalmente e todo empenho dela em vocês e por vocês é sempre para que consigam se acertar comigo mesmos. 

Pois ao se acertarem com quem são encontram tudo o que procuram nas expectativas e idealizações que sempre vos lançam em frustrações. Encontram a plenitude em vocês. E a vida não está vos levando para um destino “X” ou “Y”, ela apenas vos leva para si mesmos através das experiências. Tarefa essa que vocês poderiam fazer por vossa conta, porém passam tempo demais querendo programar uma vida que não é para ser programa e sim, vivida, desfrutada, aceita, abraçada.

Queridos, larguem o esforço de controlar e vivam mais. 
Seria a nossa sugestão.

Se querem gerenciar algo, então gerenciem aquilo que sentem, que pensam, que nutrem, que acreditam, pois é sempre em cima de tudo isso que cada movimento da vida é orquestrado. A vida sempre age conforme a necessidade que vocês apresentam a ela e não conforme o vosso querer. Mas se forem inteligentes e assertivos para transformarem o vosso “necessitar” numa vibração que seja semelhante ao “querer”, terão acertado na loteria da vida.

Porque a vida encontrará em vocês uma energia que seria lida assim: 

Haja o que houver, eu vou fluir no Bem que se apresenta a mim. A vida sempre me leva para o meu melhor e meu trabalho é viver e não programar a vida. Viver e não programar ou tentar comandar para que tudo saia do meu jeito. 

Meu trabalho é viver e desfrutar de cada instante, aprender com cada um deles e fazer de todos os momentos oportunidades de me conectar comigo mesmo. Meu trabalho é viver a vida e não programá-la. Se eu a vivo bem, posso estar certo de que ela própria me levará aos melhores eventos. Muitos não serão como eu imaginei, mas confio que serão melhores, porque do jeito da vida é sempre melhor.

Se eu tento fazer com que a vida realize meus sonhos, ela me levará a entender que minha tarefa consiste em levar a mim mesmo na vibração de realização dos sonhos. E se estou nisso então o resto é por conta da viagem, é obra natural da expressão de todo melhor que encontro em mim e no mundo em que eu vivo.

A vida é sempre uma expressão do que eu vivo em mim e do quanto eu me permito viver.

Amados da Terra, que vossa atenção esteja voltada a viver a vida, pois quando a vivem plenamente, ela plenamente se desdobra a vocês vos surpreendendo com as manifestações lindas que jamais encontrariam se estivessem tentando programá-la.

O Universo já programou e vos mandou dizer que é sempre o melhor que flui, então, permitam, apreciem a viagem, confiem, descansem, sejam felizes. Estamos conectados.

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Blog Feminino Quântico:http://femininoquantico.blogspot.com/2016/02/a-vida-e-para-ser-vivida-e-nao.html
Fonte: http://os-filhos-da-alva.blogspot.com.br/

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

AS DEUSAS COMO IMAGENS INTERIORES


As Deusas e a Mulher: As Deusas como Arquétipos

Por Rebeca Crivelaro Campos
26 de Fevereiro de 2016


No segundo post da série "As Deusas e a Mulher", Bolen faz um paralelo da psicologia junguiana com as deusas. Explica inicialmente como ela categoriza os arquétipos das deusas em grupos. Com essas informações, já torna possível que você identifique qual a deusa ou deusas predominam em você e qual delas tem que ser ativada em seu interior. Se essas informações ainda não forem suficientes, não se preocupe, nos próximos posts da série irei repassar as características de todas as deusas de forma detalhada. Boa leitura!

Gratidão
Rebec@

AS DEUSAS COMO ARQUÉTIPOS

A imagem interior em ação na psique - uma imagem que determina comportamento e respostas emocionais inconscientemente - é um arquétipo. Somente quando essas imagens se adaptam aos sentimentos da mulher é que as deusas são úteis, porque os arquétipos realmente não têm nome. Jung introduziu o conceito de arquétipo na psicologia. Ele viu os arquétipos como padrões de comportamento instintivo que estavam contidos no inconsciente coletivo. O inconsciente coletivo é a parte do inconsciente que não é individual, mas universal. Os mitos e os contos de fada são expressões de arquétipos. Como padrões preexistentes, eles influenciam o modo como nós nos comportamos e como reagimos aos outros. 

Os arquétipos descritos são das sete deusas: Héstia, Deméter, Ártemis, Atenas, Afrodite, Perséfone e Deméter. Dividi essas sete deusas em três categorias: as deusas virgens, as deusas vulneráveis e as deusas alquímicas ou transformativas. 

O primeiro grupo é o das deusas virgens: Ártemis, Atenas e Héstia. As deusas virgens representam a qualidade de independência e auto-suficiência das mulheres. Como arquétipos, elas expressam a necessidade de autonomia e capacidade que as mulheres têm de enfocar sua percepção naquilo que é pessoalmente significativo. Ártemis e Atenas representam meta direcionada e pensamento lógico, o que as torna arquétipos de realização orientada. Héstia é o arquétipo que enfoca a atenção interior para o centro espiritual da personalidade de uma mulher. Essas três deusas são arquétipos femininos que procuram ativamente seus próprios objetivos. Elas ampliam nossa noção de atributos femininos, para incluir competência e auto-suficiência.

O segundo grupo - Hera, Deméter e Perséfone - é o das deusas vulneráveis. As três deusas vulneráveis representam os papéis tradicionais de esposa, mãe e filha. São deusas-arquétipos orientadas para o relacionamento, e suas identidades e bem-estar dependem de um relacionamento significativo. Expressam as necessidades que as mulheres têm de adoção e vínculo. São sintonizadas aos outros e sensíveis. 

Afrodite, a deusa do amor e da beleza, mais conhecida pelo nome romano Vênus, está na terceira categoria, a das deusas alquímicas. Era a mais bela e irresistível das deusas. Teve muitos romances e muita descendência, devido às suas numerosas ligações. Produziu amor e beleza, atração erótica, sensualidade, sexualidade e vida nova. Viveu relacionamentos de sua própria escolha e nunca foi ludibriada. Assim, manteve sua autonomia como deusa virgem, mas nos relacionamentos era uma deusa vulnerável. Sua consciência era enfocada e receptiva, permitindo dupla alternância através da qual ambos, ela e o outro, eram afetados. O arquétipo de Afrodite motiva as mulheres a procurarem intensidade nos relacionamentos, em vez da permanência neles; motiva-as a valorizarem o processo criativo e a serem receptivas às mudanças.

O arquétipo da Grande Deusa tem um efeito mais poderoso do que o de qualquer outro arquétipo; ela é capaz de despertar medos irracionais e de distorcer a realidade. As deusas gregas eram menos poderosas do que a Grande Deusa, e mais especializadas. Cada uma tinha seu próprio domínio e poder, que eram limitados àquele império. Na psique das mulheres, as deusas gregas também são forças menos poderosas que as da Grande Deusa; seu poder de serem emocionalmente esmagadoras e falsearem a realidade é menor.

Das sete deusas gregas que representam os principais padrões comuns arquetípicos nas mulheres, Afrodite, Deméter e Hera têm o máximo poder de ditar o comportamento. Deméter também é uma variante menor da Grande Deusa em sua função de deusa mãe, assim como Hera é uma variante menor da Grande Deusa como rainha do céu.

Os arquétipos existem além do tempo, indiferentes às realidades da vida de uma determinada mulher ou de suas necessidades. As deusas são modelos ou representações daquilo com que as mulheres se assemelham. Elas representam padrões inerentes ou arquétipos que podem modelar o curso da vida da mulher. Todas as deusas estão potencialmente presentes em cada mulher. As deusas, portanto, representam modelos que refletem a vida numa cultura patriarcal.

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Fonte: BOLEN, Jean Shinoda As deusas e a mulher: nova psicologia das mulheres. São Paulo: Paulus, 1990. (Coleção Amor e Psiquê). *Resumo da obra original com adaptações feitas por Rebeca Crivelaro Campos.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

DESCUBRA 7 ERROS DE QUEM NÃO CONSEGUE ENCONTRAR A SUA MISSÃO DE ALMA


Por Bruno Gimenez
25 de Fevereiro de 2016


Gratidão
Rebec@

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Fonte: https://www.youtube.com

NÃO USE MÁSCARAS, SEJA VERDADEIRO, CUSTE O QUE CUSTAR


Por Osho
25 de Fevereiro de 2016

Lembre-se sempre de ser verdadeiro consigo mesmo. Para isso, é preciso estar atento a três coisas. Primeiro, nunca ouça alguém que diga o que você tem de ser. Ouça sempre a sua voz interior, o que você gostaria de ser. Do contrário, toda a sua vida será desperdiçada.

Há milhares de tentações à sua volta, porque existem muitas pessoas vendendo coisas por aí. Os supermercados, o mundo, as pessoas, todos estão interessados em lhe vender algo. Todo mundo é um vendedor e, se você ouvir vendedores demais, ficará louco. Não ouça ninguém, simplesmente feche os olhos e ouça a sua voz interior. É disso que trata a meditação: ouvir a sua voz interior.

A segunda coisa – que só é possível se você já tiver feito a primeira – é nunca usar uma máscara. Se você está zangado, fique zangado. É arriscado, mas não sorria, pois isso não será verdadeiro. Você aprendeu a sorrir quando está zangado, então o sorriso fica falso, vira uma máscara. É só um exercício com os lábios, nada mais. O coração está cheio de fúria, de veneno, e os lábios sorriem – você se tornou falso.

Outra coisa também acontecerá: quando você quiser sorrir, não conseguirá. Todo o seu mecanismo está revirado, pois quando quis ficar com raiva não pôde. Agora você quer amar, mas, de repente, descobre que o sistema não funciona. Quer sorrir, mas tem de forçar o sorriso. Seu coração está pleno de sorrisos e você quer rir alto, mas não consegue, algo fica reprimido no coração, engasgado na garganta. O sorriso não vem ou, se vem, é pálido e apagado. Não o deixa feliz. Você não se empolga com ele. Não há luminosidade à sua volta.

Quando quiser ficar com raiva, fique. Não há nada de errado em ficar com raiva. Quando quiser rir, ria. O que há de errado em rir alto? Pouco a pouco, verá que todo o seu organismo está funcionando. Dá para notar: sempre que o mecanismo de uma pessoa está funcionando bem, dá para ouvir um zumbido em torno dela. Ela caminha, mas o passo é como uma dança. Fala, mas suas palavras têm uma poesia sutil. Quando olha para alguém, de fato olha: não é indiferente, é calorosa. Quando toca, ela realmente o faz – você pode sentir a energia entrando em seu corpo, uma corrente de vida sendo transferida… Seu mecanismo está funcionando bem.

Não use máscaras. Se fizer isso, criará disfunções e bloqueios em seus sistemas. Existem muitos bloqueios no seu corpo. A pessoa que costuma reprimir a raiva tem os maxilares travados. Toda a raiva vai para os maxilares e fica estagnada ali. As mãos ficam feias. Não têm os movimentos graciosos de um dançarino porque a raiva vai para os dedos e fica ali, bloqueada.

Lembre-se, a raiva tem duas fontes. Uma são os dentes, a outra são os dedos, pois todos os animais, quando estão zangados, vão mordê-lo com os dentes ou arranhá-lo com as garras. Portanto, as unhas e os dentes são os dois pontos por onde a raiva é extravasada.
Eu tenho a suspeita de que, sempre que a raiva é muito reprimida, as pessoas têm problemas nos dentes. Os dentes estragam porque muita energia se acumula ali sem ser liberada. E qualquer um que reprime a raiva comerá mais – as pessoas com raiva sempre comem mais porque os dentes precisam ser movimentados.

As pessoas com raiva fumarão mais. Falarão mais: podem virar tagarelas obsessivas porque, de algum modo, os maxilares precisam se mover para que um pouco de energia seja extravasada. E as mãos das pessoas com raiva ficarão nodosas, feias. Se a energia tivesse sido liberada, as mãos poderiam ser belas.
Se você reprime alguma coisa, existe uma parte do corpo que corresponde a essa emoção. Se não quer chorar, seus olhos perderão o brilho, pois as lágrimas são necessárias. Se você chora de vez em quando, e as lágrimas começam a fluir, seus olhos ficam mais limpos, renovados, jovens, virgens.
Lembre-se de que, se você não consegue chorar de verdade, também não consegue rir, pois essa é a outra polaridade. As pessoas que conseguem chorar também conseguem rir. E talvez você já tenha visto isso em crianças: se riem muito e por muito tempo, depois começam a chorar, porque as duas coisas estão ligadas. Os dois fenômenos não são diferentes, é a mesma energia indo para polos opostos.

Portanto, não use máscaras – seja verdadeiro, custe o que custar.

A terceira coisa diz respeito à autenticidade: fique sempre no presente, porque toda falsidade vem do passado ou do futuro. O que passou passou – não se preocupe mais com isso. E não carregue o passado como um fardo; do contrário, isso não deixará que você seja autêntico no presente.

Além disso, tudo o que ainda não aconteceu de fato não aconteceu – não fique se preocupando à toa com o futuro, senão isso interferirá no presente e o estragará. Seja verdadeiro no presente e você será autêntico. Estar aqui e agora é ser autêntico.


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Blog Feminino Quântico:http://femininoquantico.blogspot.com/2016/02/por-osho-data-lembre-se-sempre-de-ser.html
Fonte: http://palavrasdeosho.blogspot.com.br/